Ações
A APATA pratica as seguintes ações e serviços:
Através de palestras os membros da APATA procuram educar o públicando visando melhorar as relações entre os seres humanos e animais.
A APATA combate a crueldade e maus-tratos, amparados pela lei 24.645/34 e pelo artigo 32 da Lei Federal 9605/98 de Crimes Ambientais.
Denuncie maus-tratos contra animais na Delegacia mais próxima, referindo-se sempre às leis acima citadas.
A APATA almeja ainda realizar ações de defesa e proteção de animais, difundindo a Legislação de proteção animal e o zelo pelo seu cumprimento e aperfeiçoamento; além da promoção de assistência para que os proprietários de baixa renda pratiquem a posse responsável de animais.
Combatemos maus-exemplos como no caso da novela “América”, que apresenta a glamourização do “Rodeio” sem mostrar os maus-tratos a que estes animais são submetidos. Entendemos que qualquer forma de vida deva ser igualmente respeitada, baseamos nossa tarefa e nossos princípios nos conceitos mundiais já estabelecidos como regras a serem igualmente seguidas por todas as entidades, as quais hoje formam uma potência social e econômica muito forte, recebendo a atenção daqueles que outrora nos consideravam minoria.
Lutamos contra o uso de animais nos circos. Principais motivos:
Vivem permanentemente presos a correntes ou em pequenas jaulas que impedem seus movimentos. Na Natureza, estes animais caminham grandes distâncias por dia, e se exercitam para se manter física e mentalmente saudáveis.
São mal-alimentados, podendo ficar até vários dias sem receber comida. Muitas vezes, sua alimentação é cortada como punição. Alguns são alimentados com restos de comida já em estado de putrefação ou até com cães e gatos vivos, capturados nas ruas.
A higiene e assistência veterinária que recebem, quando recebem, costumam ser precárias. Suas jaulas não são limpas e eles passam a maior parte da vida pisando, comendo e dormindo sobre suas fezes e urinas, desenvolvendo infecções e doenças.
São continuamente transportados de um lugar para outro, com pouco descanso e intenso estresse, sempre confinados em suas pequenas jaulas.
Passam a vida toda em isolamento, longe de seus bandos e de seus ambientes naturais. Os elefantes, como exemplo, são animais extremamente inteligentes, sociáveis e sensíveis. Eles reconhecem um parente mesmo depois de anos de separação, ficam de luto pela perda de um companheiro e são muito dóceis, suportando todo tipo de agressão sem revidar.
Para realizar os números de dança, saltos e piruetas, são submetidos a um treinamento cruel: apanham com bastões de ferro, chutes e socos, são chicoteados, levam choques elétricos, são postos a pisar sobre chapas quentes, machucados com objetos pontiagudos. Os grandes felinos têm sua testa queimada pelo menos uma vez na vida, para não esquecerem o que é a dor. Suas presas e garras são arrancadas, muitas vezes sem qualquer anestesia, para que não mordam ou arranhem seus domadores enquanto apanham durante seu treinamento. Às vezes até suas línguas são cortadas. Desta forma, ficam com o corpo coberto de cicatrizes e feridas, que geralmente infeccionam devido à falta de cuidados veterinários e à falta de higiene, que os levam a uma morte lenta e dolorida.
São obrigados a realizar rotinas incômodas, muitas vezes dolorosas e totalmente contra sua natureza.









